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Tráfego pago é quando você paga para aparecer na frente de quem tem perfil de comprador, em vez de esperar a pessoa te encontrar sozinha. Na prática, são anúncios no Meta Ads (Instagram e Facebook) e no Google Ads que levam o interessado a um formulário ou ao WhatsApp.
Para imobiliária, isso muda o jogo. Em vez de depender de indicação, de portal ou da sorte, você tem uma torneira de leads que liga e desliga conforme a sua meta.
Indicação não escala e portal não é seu. Tráfego pago dá três coisas que faltam à maioria das imobiliárias: previsibilidade de lead, controle do custo e independência dos portais.
Mas não basta gerar contato. O lead bom precisa ser atendido na hora e qualificado antes de chegar ao corretor, senão esfria. Por isso a gente trata tráfego como sistema, ligado à IA de atendimento e ao CRM, do clique ao contrato.
Os dois, e eles se completam. O Meta Ads (Instagram e Facebook) alcança quem ainda não estava procurando imóvel, com criativo e segmentação por interesse e comportamento. O Google Ads captura quem já digitou o que quer comprar, com intenção mais alta.
A mistura ideal depende do produto. Lançamento e MCMV costumam puxar mais volume pelo Meta. Imóvel de ticket alto e busca por bairro ganham com o Google.
Qualificar é separar quem quer comprar de quem só está olhando. Isso começa no anúncio (a oferta já filtra), continua no formulário (perguntas de perfil e faixa de preço) e se completa no atendimento, onde a IA conversa, entende o momento do lead e agenda a visita.
O corretor só entra quando há intenção real. O tempo dele vai para visita e fechamento.
É pagar para aparecer na frente de quem tem perfil de comprador, com anúncios no Meta Ads e no Google Ads que levam o interessado a um formulário ou ao WhatsApp.
Os dois se completam. O Meta acha quem nem procurava imóvel ainda. O Google pega quem já está buscando.
Nos primeiros dias. A previsibilidade vem a partir de uns 90 dias de otimização.
O mínimo é R$ 3.600 por mês: R$ 2.100 de gestão e R$ 1.500 de anúncios.